O que mais importa é salvar vidas nesse momento.

foto: Tinga, jogador do Fortaleza.


Declaração do jogador foi um dos assuntos mais comentados nas redes sociais; palavras fortes do lateral reacendeu discussão sobre retomada das atividades.

A suspensão das atividades no futebol nacional está servindo para que os clubes se organizem adminstrativamente e antecipem alguns planejamentos. O Fortaleza, por exemplo, vive a expectativa do retorno do Estadual, que será decidido dentro de campo, pelo menos é o que garante o presidente da Federação Cearense de Futebol (FCF), Mauro Carmélio.

O Governo do Ceará e a Prefeitura de Fortaleza decretaram mais 15 dias de isolamento social. Portanto, as restrições se estenderão até o dia 20 de maio. Mediante a situação, o presidente do Tricolor, Marcelo Paz, reforçou a necessidade da quarentena e prevê pré-temporada de, pelo menos, três semanas.

Ainda que alguns Estados já tenha retomado os treinamentos, com medidas restritivas e outras precauções, essa possibilidade não é cogitada na capital cearense, que vive dias de tensão e vê o número de casos de Coronavírus aumentar dia após dia. Em entrevista ao jornal Povo, o lateral-direito do Fortaleza, Tinga, se opôs ao retorno das atividades no CT Ribamar Bezerra.

"A gente tem que esperar um pouco mais, não tem pressa, sabemos da dificuldade do clube em manter tudo para nós, está difícil para todo mundo, mas a gente tem que pensar primeiramente na saúde para voltar bem e não precisar retornar cada um para suas casas (depois); é voltar e já seguir os campeonatos, treinos", opinou.
Fortaleza reduziu o salário dos jogadores para evitar uma crise financeira - o que não é problema para Tinga. "O que é esperar mais um mês quando já estamos há dois (sem treinar e jogar), claro que financeiramente a gente vai estar perdendo, mas prefiro perder dinheiro que uma vida de um colega", concluiu.

Por: Rafael Santos
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