O maior medo do homem


Batimento cardíaco acelerado, falta de ar, mãos suadas e pernas trêmulas. Se você já se sentiu assim alguma vez na vida quando precisou falar em público, saiba que essas sensações são totalmente normais.
O medo e a emoção à flor da pele impedem muita gente de realizar uma palestra, dar aula ou discursar. De acordo com uma pesquisa do jornal britânico The Times, falar em público é a maior fobia do ser humano, sendo citado mais vezes até que o medo de morrer.
Timidez, vergonha e constrangimento são características de quem não gosta de se apresentar. Mas elas podem se tornar grandes inimigas de alguém que deseja empreender, já que a comunicação é uma qualidade básica de quem quer algum destaque.
No mundo de hoje, das redes sociais, das selfies e das lives, o empreendedor precisa aparecer e mostrar seu conteúdo. Caso contrário, corre risco de ser engolido pelos concorrentes e simplesmente desaparecer.
É importante lembrar, contudo, que não é crucial que o idealizador de um projeto, o presidente de uma companhia, ou o CEO de uma startup apareça toda vez e converse com seu público. Sua aparição não é sinônimo ou garantia de sucesso. Ele é um empresário, não um apresentador de televisão ou youtuber.
Mas, para aumentar o seu share of mind, ou seja, ser a primeira, senão a única, marca lembrada pelo consumidor, você precisa aparecer, e aqui eu me refiro ao seu produto, ao seu serviço, à sua marca, à sua loja.
A comunicação eficiente tem o poder de transformar o cliente em parceiro, viabilizando, assim, o marketing espontâneo. Ele não apenas compra por necessidade, mas divulga e defende sua marca. E o uso das redes sociais e dos canais de comunicação da internet para esse fim são fundamentais.
Se você faz parte desse grupo de pessoas que têm medo de aparecer, a dica é criar uma equipe de marketing e divulgação preparada para esse serviço.
*Ibraim Gustavo é Jornalista, pós-graduado em Marketing (UNIP) e MBA em Comunicação e Mídia (UNIP). É também escritor, redator e radialista, e possui formação em Profissões do Futuro (plataforma O Futuro das Coisas), e no programa Restartse de Empreendedorismo (plataforma StartSe).

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